quinta-feira, dezembro 23, 2010

Estou rômantica neste fim de ano!!

Lógico que vem com dedicatória:
É para o meu Vida, o meu amor, a razão das minhas risadas, o meu plano de ontem, para hoje, amanhã e depois. E depois disso também. O meu Magal, vulgo Rafael :)

Aí Já Era

Jorge e Mateus

Para pra pensar, porque eu já me toquei,
Eu te escolhi você me escolheu, eu sei.
Tá escancarado, vai negar pro coração?
Que você tá com sintomas de paixão!

É quando os olhos se caçam em meio à multidão,
Quando a gente se esbarra andando em qualquer direção.
Quando indiscretamente a gente vai perdendo o chão, vai ficando bobo,
Vai ficando bobo...

E aí já era é hora de se entregar,
O amor não espera, só deixa o tempo passar.
E fica pro coração, a missão de avisar,
E o meu tá dando sinal: e tá querendo te amar

Sem mais... :)

terça-feira, dezembro 21, 2010

Declaração de amor

A mais simples e a mais perfeita

"E até quem me vê lendo o jornal
na fila do pão, sabe que eu te encontrei"

Último Romance - Los Hermanos

sexta-feira, julho 30, 2010

Oração!!

"Senhor, Me ajude a nunca desistir de ser mulher. Coloque um espelho no meio do caminho entre a lavanderia, o supermercado, o sapateiro... E que, ao me olhar, eu goste do que vejo.

Não deixe que eu passe uma semana sem usar rímel, um salto bem alto ou um jeans mais justo. Proteja meus cabelos do vento, os brincos e anéis de olhares invejosos.

Nunca deixe faltar na minha vida comédias românticas e boas depiladoras. Se eu tiver vontade de chorar, faça com que eu chore um dilúvio. E que tenha saído de casa sem pintar os olhos.

Para cada dia triste, me dê uma vitrine de roupas lindas. Já que eu nunca pedi milagres, faça com que as minhas celulites sejam ao menos discretinhas.

Me dê saúde, tempo livre e silêncio... E que nunca falte perfume na minha gaveta. Nos engarrafamentos, faça com que eu ligue o rádio e esteja tocando minha música preferida.

Me dê forças para comer mais saladas, mais frutas. Cegue meus olhos para as sujeiras nos cantos. Ajude para que eu chegue ao trabalho inteira. Em dias difíceis, me dê persistência para seguir na dieta.


Dê também firmeza para os seios. Proteja minhas poucas horas de sono e não me julgue mal, caso eu não acorde na hora. Não deixe que minha testa fique tão franzida a ponto de parecer uma saia plissada. E eu, uma louca estressada.

Faça com que o sol seja meu personal trainer e meu complexo vitamínico, meu carregador de baterias. Mas quando eu pedir um diazinho de chuva, não me pergunte por quê. Para cada batata quente no trabalho, me dê um café recém-passado.

Entenda que, quando rezo para cancelarem uma reunião, não é gastar reza à toa, pode ter certeza. No meio de tudo isso, faça com que eu ainda ache tempo para: - virar namorada de novo; - ir ao cinema; - jantar fora; - dormir abraçadinha.

Ilumine o espelho do banheiro e proteja meus cremes e segredos... Ajude a não faltar gasolina e não furar o pneu e, por favor, afaste os motoqueiros do meu retrovisor. Senhor, por pior que seja meu dia... faça com que ele termine e não EU. Amém"

quarta-feira, julho 14, 2010

Boletim da História

Pra quem leu “O Senhor, Ela, a bicicletinha e a calcinha”.

Estava com saudades do casal, não sei vocês. Mas essa semana, mais precisamente nesta segunda-feira, passei pela porta feliz. Ela estava mais azul que o normal, não entendi no primeiro momento. Logo depois, quando me aproximei mais, ela me olhou. Estava cheia de rancor no coração e num piscar de olhos, sem eu perceber o momento em que ela começou, a porta bateu rapidamente. Fez o maior barulho que já escutei. Fidel assustou e a reação foi latir sem parar. Em segundos o Senhor chegou. Tudo aconteceu muito rápido. Ele foi buscar o café da manhã dela. Na sacola, havia leite, um saco de poucos pães e uma manteiga do pote pequeno.
Ela, bem ríspida, abriu a porta e falou alto: "Essa menina, parece que nunca viu". E bateu novamente a porta que não estava mais "azul feliz". A porta anunciava.
Eu realmente nunca tinha visto, não mesmo, mas não observava de maldade, era apenas curiosidade. Era uma história que não teria fim. Mas acho que teve. A porta, agora, azul escura e sem adesivos, não me deixa mais ver nada.
Nos outros dias, tive poucas notícias. O Senhor consertou algumas coisas e deixou outras do lado de fora. E Ela? Não vi mais.

A gente pode esperar as cenas do próximo capítulo

Sem mais... (espero que apenas por enquanto, eu gosto de observar histórias :))

EUREKA

segunda-feira, maio 31, 2010

Tem mais das que pensam como eu!!

*Desabafo de uma mulher moderna*

*_São 6:20 _**_da manhã...

*O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo
contra a parede...
Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje...
Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até....
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse
cachorro, passeando pelas redondezas...
Aquário? Olhando os peixinhos nadarem...
Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento... Brigadeiro...
Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o
cérebro pra funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas
que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria
saber.

POR QUE ela fez isso conosco, que nascemos depois dela?

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... elas passavam o dia a
bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos
de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das
bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando
flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, freqüentando
saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina
alternativa e culinária.

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de
espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias
mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço"!!!

Que espaço, minha filha???

Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés.

Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para
comer, vestir, pra tudo!!! Que raio de direitos requerer?

Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que
papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz...

Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E
nos lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa
do Bernardinho do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia
Bernardinho do vôlei.

POR QUE ???..me digam POR QUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor,
que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo?

Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara
que isso não ia dar certo!!!

Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar,
passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar,
que acessórios usar... tão cansada de ter que disfarçar meu
humor , que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser
assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do
computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são
meus!!!

E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de
estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com
as unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de
mestrados, doutorados, e especializações.

(ufffffffffffffffffff!!!!!!!)

Viramos super mulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não
era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

CHEGAAAAAAA!!!... eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a
porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com
cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela...ai meu Deus,
já são 7:20, tenho que levantar!...

E tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá,
coloque os pés pra cima e diga "meu bem, me traz um cafezinho, por
favor?", descobri que nasci para servir.

Vocês pensam que eu to ironizando? To falando sério! Estou abdicando do
meu posto de mulher moderna.... Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?

(Autora: uma Executiva Puta da Vida)!!!!

Eu sabia que não era única no mundo! Estou assumindo aqui, o que nunca escondi de ninguém. E ainda nem precisei gastar minhas lindas letrinhas para explicar, esse texto é fantástico!

Aproveitem

Vida, leia com atenção!!

Sem mais...

sexta-feira, abril 23, 2010

O mais novo amigo vai adorar

Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
E eu peço somente
O que eu puder dar

Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta

Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo

Porque eu sei que é amor

Titãs

ADORO ESSA MÚSICA

Sem mais...

quinta-feira, abril 22, 2010

Boletim da História

Pra quem leu “O Senhor, Ela, a bicicletinha e a calcinha”. Passei hoje de manhã pela casinha mal decorada, eles estavam lá felizes como todos os dias. Mas antes mesmo de tentar participar daquele momento matinal, eles fecharam a porta, pela alegria, não me parecia briga, ou qualquer notícia ruim. Acredito mesmo que eles queriam mostrar a nova porta. Não, não, ela não é nova, foi apenas pintada. Agora, ela estampa a cor azul céu. Brega? Um pouco, mas anuncia que as coisas estão mudando, pelo azul gritante, acho mesmo que estão mudando para melhor. Espero. Eu e Fidel gostamos muito da nova cor.

terça-feira, abril 20, 2010

quinta-feira, abril 15, 2010

O senhor, ela, a bicicletinha e a calcinha

“Ela sai de saia e bicicletinha, uma mão vai no guidom e a outra tapando a calcinha (sic)”. Essa é clássica e faz parte da trilha sonora das minhas manhãs. Não porque ligo o som no último volume às 6h da matina. Isso mesmo, às 6h, meu yorkshire Fidel precisa passear cedo e aliviar o acumulado durante a noite. Escuto sem querer, todas as manhãs. Já virou rotina. Um dia desses até me peguei sentindo falta da trilha sonora matinal, com repertório rebuscado, sofisticado e digamos clássico.

As músicas não são trilha sonora do meu passeio logo cedo, seria muita pretensão achar que a canção toca para eu passar. Na verdade, eu o vejo todos os dias com o semblante mais bonito que já vi em uma pessoa idosa. Isso mesmo ele tem mais de 70, ou será 80? É o senhor. Mas não parece, acreditem! Ele acorda às 6h da manhã disposto e liga o som com as melhores músicas, dignas de rádio brega, para embalar e animar as manhãs DELA. ELA gosta. E ELA? Ah! Ela não passa dos 40. Talvez seja mais nova, mas carrega no rosto as marcas de uma vida não muito fácil.

Dá gosto de ver a animação. ELA acorda logo depois dele, acredito que o despertador seja o rádio de 1800. Ela levanta cantando e sorrindo. O que o deixa mais ainda abobado, com aquele semblante difícil de encontrar em idosos. Retifico, de encontrar nas pessoas.

Às vezes quando passo pela singela casinha, com adesivos das eleições de 2002, decorando a porta – “Lula para presidente” – ELA já está de pé, animadíssima, de banho tomado, de toalha na cabeça para proteger os finos cabelos curtos e pretos. Daqueles nada lisos. Pendurando a preta, pequena e velha calcinha no varal improvisado, ao lado do depósito dos restos de material da reforma feita no prédio residencial. A qual a singela casinha não recebeu nenhum azulejo novo. É fácil perceber.

Outras tantas vezes, passo pela casinha e os vejo embalados e interessadíssimos em uma conversa impossível de escutar por causa da boa e mais nova música. Eu fiquei curiosa, queria mesmo saber o que tanto conversam e com tanta atenção, às 6h da manhã. E como é cedo, ela sempre está enrolada em uma toalha, pronta para se vestir, exibindo partes de seu corpo sem muitas formas. Não consegui entender pra onde vai, ou que tipo de trabalho realiza.

A tarde não há movimento, eu saio para, de novo, meu cachorro lindo aliviar o acumulado durante a manhã. Parece-me mesmo uma casa triste, até a porta mal decorada é fechada. Fechada, não me dá notícias do que pode estar acontecendo dentro daquela casinha tão singela, mal decorada, móveis velhos, televisão de tubo, cadeira com papelão, já que a almofada do assento não existe mais e parecia confortável. E mesmo com tudo isso, a casinha é pequena demais para caber todo aquele sorriso de todas as manhãs.

A noite o repertório muda um pouquinho, muitas vezes a televisão está ligada, na mesma altura da música, acho que ele não escuta direito. Deve ser a idade. Eu saio de novo para Fidel aliviar o acumulado da tarde.

Aí a porta está de novo aberta, para anunciar que ELA chegou. Chegou de não sei onde. Não sei como, nem porque, só sei que ELA voltou e volta todas as noites. Eu prefiro acreditar que ela volte para embalar meu passeio com o Fidel, converso com ele sobre o que observo e ele também – observa é claro. Passo tão rápido pela casinha, mas consigo ter tantas impressões, às vezes boas, às vezes esquisitas, nunca ruins.

De vez em quando eles tentam se encaixar no sofá de um lugar e meio, outra ela deita no colo esperando cafuné, algumas vezes ele tira o esmalte do pé dela enquanto ela atentamente olha pra televisão. E algumas, que parecem as noites mais divertidas, eles tomam cerveja em latinhas, de marcas que eu não conheço e deixam o William Bonner falando para a parede mal pintada e o sofá vazio. O famoso “boa noite” do apresentador parece diferente, com aquele sorrisinho de canto de boca, animado com a alegria do casal. Será mesmo casal? Me parece. Ele silencia a solidão DELA, ELA preenche o vazio que parece existir nele. Quando ELA não está, a porta fica fechada, ou entreaberta, silêncio sepulcral e cara amarrada.

Eu não sei o nome do casal, e prefiro não saber, não sei a profissão, a origem, as angústias, os medos, as alegrias e os motivos dos sorrisos. Prefiro não saber. Prefiro acreditar na verdade que criei: Com ELA, os dois serão felizes para sempre. Ele é aposentado, nunca foi casado, tão pouco tem filhos, e encontrou NELA, uma razão para sorrir de novo, ela ainda não conseguiu sua aposentaria e encontra nele um teto, um alento. E sorri sempre que coloca o shortinho curtíssimo mostrando as “pernas nem um pouco torneadas pelas ladeiras” do morro e a parte de cima de um biquíni mais velho que o senhor que a acompanha. Ele parece mais feliz ainda com a companhia dela no modelito menos fashion que pode existir.

Eu e Fidel temos nossos passeios matinais e noturnos mais interessantes, temos o quê observar, temos nossas impressões. Criamos novas versões para a história que parece tão bacana, mesmo tendo cara de solidão. O quarteto se completa todas as manhãs e noites, já que as tardes a gente não se encontra. E sempre embalados por “ela sai de saia e bicicletinha...”

quarta-feira, abril 14, 2010

Todas as lições

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante, depois deixe-se levar pela maré..
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.
26. Encare cada "chamado desastre" com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Indepedentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva...
33. Acredite em milagres
34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo o que vc fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem
37. Seus filhos só têm uma infância
38. Tudo o que realmente importa no final é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares
40. Se nós jogassemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente!!!


E a gente tenta fazer desse jeitinho e viver a vida como ela deve ser!!!
Sem mais...
Aproveitem!!

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

LIÇÕES

Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeiroso.
O que não te mata, realmente te torna mais forte.
Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite não como resposta.


Eu nunca aceito não, mas confesso que é uma batalha difícil, mas prometo persistir.
E prometo também, respirar fundo, pois como dizem os conterrâneos "do meu Vida lindo", eu costumo "pegar ar sempre"... pegar ar é começar o processo para ficar bem brava, mas bem mesmo.

Daqui a pouco tem mais =)

Orignal de "Regina Brett's 45 life lessons and 5 to grow on"

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

OUTRAS LIÇÕES

Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que se trata a jornada deles.
Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.


A nossa boa e velha manina de acreditar que o gramado do vizinho é mais verde que o nosso. Vamos lá, sem comparações o nosso percurso foi diferente. A de lá não é mais verde que aqui, é apenas diferente. Essa talvez seja a resolução de 2010.


Daqui a pouco tem mais =)


Orignal de "Regina Brett's 45 life lessons and 5 to grow on"

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

UM POUCO MAIS DE LIÇÕES

Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
Poupe para aposentadoria começando com seu primeiro salário.
Quando se trata de chocolate, resistência é em vão

Bom saber que papai do céu aguenta, de vez em quando fico um pouco brava. Um pouco e só de vez em quando, papai do céu =)

E eu tinha certeza que era em vão resistir =)

Daqui a pouco tem mais...

Orignal de "Regina Brett's 45 life lessons and 5 to grow on"

quinta-feira, janeiro 28, 2010

LIÇÕES

Essas não são do nosso velho e bom aquário, mas são lições bem bacanas. O texto original traz 45, vou postar algumas a cada dia, assim acho que a gente pode refletir direitinho :) Algumas podem até virar resoluções para 2010. Ainda dá tempo!!

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês

Essa última aí está em processo, um dia paro de gastar, para não ter faturas no final do mês. Imaginem!! :)

Daqui a pouco tem mais...

Orignal de "Regina Brett's 45 life lessons and 5 to grow on"

quinta-feira, janeiro 21, 2010

LÓGICA

O garoto apanhou da vizinha, e a mãe furiosa foi tomar satisfação:
- Por que a senhora bateu no meu filho?
- Ele foi mal-educado, e me chamou de gorda.
- E a senhora acha que vai emagrecer batendo nele?

hihihihih Nada como começar o ano com piadinhas felizes...

Sem mais... =)

quinta-feira, dezembro 24, 2009

As três verdades da nossa vida

Um dia desses, desses comuns, daqueles comuns mesmo, quando eu consegui alguns segundos para tentar ter esperanças e relaxar, depois das inúmeras notícias sobre a crise política instalada na capital. Propina, mensalão (mais uma vez), vídeos, gravações, denúncias, corrupção. Naquele dia, quando resolvi sair de casa para não mais assistir ou ouvir sobre a crise, que poderia um dia interferir no meu emprego e no pobre e tão enxuto salário.

Aquele dia comum mesmo, que eu já não esperava mais nada e estava com uma vontade louca de matar alguns grupos sociais, tribos, ou sei lá como queiram chamar. Não posso dizer quais, pois me chamarão de preconceituosa. E existem duas coisas que eu detesto (palavra forte demais): preconceito e deputado evangélico, para não dizer apenas um dos dois, ou só deputado, ou só evangélico. Ok! Não matem o mensageiro. Dia comum, depois de vários dias de fúria. Entendam.

Então voltemos àquele dia, com cara de que nada tão interessante ou divertido iria acontecer. Dia que tentei fugir das especulações sobre vídeos e gravações sobre o “suposto” esquema de propina no governo. E eu trabalho no governo. Nesse mesmo dia, nesse que estava desse jeito, eu tive uma surpresa e acabei descobrindo três verdades da nossa vida. E o dia se transformou. Me fez rir de doer a barriga, relaxar como bicho preguiça, esquecer como criança inocente, entender como os gênios e acreditar em bobagens como a metade da população brasileira e a outra metade também.

Um grande amigo me revelou três verdades que mudaram minha vida. E acredito que seja para sempre. “Lalá, fique tranquila, existem três certezas na nossa vida: A primeira é que o fim é a morte, a segunda que o Renato não tomou bomba, e terceira é que nosso governador é inocente”, afirmou veementemente esse meu grande amigo.

O fim de repente nem é morte, existem tantos que acreditam que há vida após essa aqui que vivemos. O Renato até hoje toma bomba – desculpe-me revelar um “segredo” tão secreto e íntimo. E o nosso governador é inocente mesmo e foi vítima desse sistema vil e cruel que nossa política está submetida. No mercado existe uma demanda, ela determina o valor da propina e nossos políticos devem seguir um caminho e um rio que corre desta maneira. É preciso mudar sim, mas é preciso antes educar, é preciso mesmo entender todo o sistema. Meu “amigo” Cristovam, que me perdoe, mas irei copiá-lo, o caminho mesmo é a EDUCAÇÃO.

Ufa desabafei!

Apesar, de todas as verdades ou mentiras que vimos e vivemos todos os dias, é saudável ter amigos, compartilhar problemas, verdades e mentiras, rir, brincar com essas mesmas verdades e mentiras e entender um pouquinho mais do mundo que vivemos. E também escolher o caminho que seguiremos. Eu já escolhi o meu, falta você e mais um bocado de milhões de pessoas.

Sem mais... de uma Aspirante a cronista.

terça-feira, novembro 17, 2009

Mulher bunda mole

Belinha acordou às seis, arrumou as crianças, levou-as para o colégio e
voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur, o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações.
Fez um supermercado rápido, brigou com a empregada que manchou seu
vestido de seda, saiu como sempre apressada, levou uma multa por estar dirigindo com o celular no ouvido e uma advertência por estacionar em lugar proibido, enquanto ia, por um minuto, ao caixa automático tirar dinheiro.
No caminho do trabalho batucava ansiedade no volante, num congestionamento monstro, e pensava quando teria tempo de fazer a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.
Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que, segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, Belinha, fez de tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de experiência e dedicação, não conseguiu. Pensou se abdomem definido contaria ponto, mas logo esqueceu a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre.
Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu ela mesma ir até o colégio, depois do encontro com o novo cliente, que se revelou um chato, neurótico, desconfiado e com quem teria que lidar nos próximos meses.
Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado. Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os olhos e sonhar com um mundo melhor.
Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as crianças.
Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a porra da pasta com o relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório! Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas a bosta continuava fora de área. Conseguiu, depois de vários telefonemas, que um motoboy lhe trouxesse a porra dos documentos.
Tomou uma merda de banho, deu a droga do jantar para as crianças, fez a porcaria dos deveres com os dispersos e botou os monstros para dormir.
Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de tudo. Jantaram
em silêncio.
Na cama ela leu metade do relatório e começou a cabecear de sono. Artur a acordou com tesão, a fim de jogo.. Como aqueles momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um último esforço de reportagem e transar.
Deram uma meio rápida, meio mais ou menos, e, quando estava quase pegando no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte comentário: - Tá ficando com a bundinha mole, Belinha... deixa de preguiça e começa a se cuidar... Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro!
Depois se viu pulando sobre o tórax dele até quebrar todas as costelas! Com um alicate de unha arrancou um a um todos os seus dentes, depois deu-lhe um chute tão brutal no saco, que voou espermatozóide para todos os lados!
Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de auto-ajuda: como controlar as emoções negativas. Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul, e ponderou. Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o marido cega de tensão pré-menstrual... Resolveu agir com sabedoria.
No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e malhou duas horas. De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e as unhas de vermelho. Ligou para o cliente novo insuportável e disse tudo que achava dele, da mulher dele e do projeto dele. E aguardou os resultados da sua péssima conduta, fazendo uma massagem estética que jura eliminar, em dez sessões, a gordura localizada.
Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido. Pacientemente não atendeu. E, como vingança é um prato que se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele. - A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura. Um beijo da preguiçosa...
(Extraído do livro: Este sexo é feminino /Patrícia Travassos).
hahahahahahahahah
ESSA É OTÉMA!!
Sem mais...

quarta-feira, agosto 26, 2009

"Da minha precoce nostalgia"

Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Porto, dizer a minha neta:
- Querida, venha cá.
Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar.
E assim, dizer apontando o indicador para o alto:
- O nome disso não é conselho, isso se chama corroboração!
Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus 82 anos, com os ossos frágeis a pele mole e os cabelos brancos, minha alma é o que me resta saudável e forte.
Por isso, vou colocar mais ou menos assim:
É preciso coragem para ser feliz. Seja valente.
Siga sempre seu coração. Para onde ele for, seu sangue, suas veias e seus olhos também irão.
E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação.
Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer, mas escolha entre ser uma grande menina ou uma menina grande, vai depender só de você.
Tenha poucos e bons amigos. Tenha filhos. Tenha um jardim. Aproveite sua casa, mas vá a Fernando de Noronha, a Barcelona e a Austrália.
Cuide bem dos seus dentes.
Experimente, mude, corte os cabelos. Ame. Ame pra valer, mesmo que ele seja o carteiro.
Não corra o risco de envelhecer dizendo "ah, se eu tivesse feito..."
Tenha uma vida rica de vida.Vai que o carteiro ganha na loteria - tudo é possível, e o futuro, tsc, é imprevisível.
Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela.
Faça sexo, mas não sinta vergonha de preferir fazer amor.
E tome conta sempre da sua reputação, ela é um bem inestimável. Porque sim, as pessoas comentam, reparam, e se você der chance elas inventam também detalhes desnecessários.
Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status.
A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém parecido com você, mas isso pode ser um saco!
Prefira a recomendação da natureza, que com a justificativa de otimizar os genes na reprodução, sugere que você procure alguém diferente de você.
Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no olfato e desconfie da visão. É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão.
Faça do fogão, do pente, da caneta, do papel e do armário, seus instrumentos de criação. Leia. Pinte, desenhe, escreva. E por favor, dance, dance, dance até o fim, se não por você, o faça por mim.
Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam, e sempre farão.
Cultive os amigos. Eles são a natureza ao nosso favor e uma das formas mais raras de amor. Não cultive as mágoas - porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza.
Era só isso minha querida.
Agora é a sua vez. Por favor, encha mais uma vez minha taça e me conte: como vai você?

Por Maria Sanz Martins

A minha amiga do Colaxão disse que isso pode ser um retrato meu aos 82 anos, só trocando o Vinho pelo Champagne, é claro!! hihihihi
Te amo, Colaxão!!

Sem mais... =)

quinta-feira, agosto 13, 2009

LATA VELHA

Contra o mau olhado eu carrego o meu patuá

Eu poderia começar contando as inúmeras histórias emocionantes dele. Poderia citar diversas situações que comoveriam. Também seria possível explicar quantos anos ele carregou a família Albuquerque em muitas ocasiões. Existem ainda aquelas histórias engraçadas, chocantes e até mesmo aterrorizantes. Mas a melhor forma mesmo é contar sobre ELE. Um monte de caracteres para descrever a super máquina que ele foi, que tenta ser hoje e ainda promete ser. Então podemos começar de novo:

Contra o mau olhado eu carrego o meu patuá

“Acredito! Acredito ser o mais valente”... Ele realmente acredita nisso, quando “se levanta” todos os dias a 7h da matina para trabalhar. Mas, um Del Rey Ghia, 1989, não poderia pensar diferente. Ele foi robusto, imponente, chique e um “carrão de tirar o fôlego”. Entendam, ele foi. E agora precisa carregar seu patuá, na verdade não para evitar o mau olhado e sim para segurar o parachoque. A cena mais instigante para quem já foi um super carro. Para quem já desceu a Rua Augusta a 120 por hora. Ok, nunca desceu a rua Augusta, mas arrasava quando desfilava pelas ruas da capital do País.

Alvo de colecionadores de carro O Del Rey Ghia 1989 ainda consegue tirar o fôlego de alguns apaixonados. Tirar o fôlego mesmo, já que os vidros não abrem direito, e o ar condicionado não funciona mais. Ele era chique demais há 20 anos. Ar condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, combustível gasolina, diversos opcionais. Ele saiu mais caro por TUDO isso. Hoje, vejo gente vendendo esse carrão por apenas três míseros mil reais.

“E agora, José?”, a água acabou, a luz de freio queimou, o ar quebrou, o vidro não fechou, o carro não pegou. Ele agora deixa duas mulheres indefesas na mão, a proprietária dele, a minha mãe, e eu. Ah e agora ele também não anda mais robusto pelas ruas da capital do País. “E agora, José?”

Agora, em 2009, depois de 20 anos que saiu de uma concessionária FORD, o azul não é mais tão azul. O azul não é lindo como costumava ser. Na época podia ser comparado ao céu de “Brasília, traços do arquiteto, gosto tanto de você”. Agora, nem os vidros colaboram para vermos o céu de Brasília, esse mesmo que não mudou como o Del Rey, e continua sendo o “Céu de Brasília, traços do arquiteto”. Os vidros quase não abrem e se abrem, não fecham sem uma forcinha humana e divina também, é claro.

Já dá pra notar que ele não é mais o mesmo, e olha que não contei sobre as infindáveis vezes que foi parar na oficina. Uma hora é pane na parte elétrica, outra é o motor, muitas vezes uma mangueira rasgada, outras tantas nem o mecânico mais experiente saber dizer o que é. Imaginem, o carro quebra às 20h49 de uma terça-feira, a cidade deserta, e ele simplesmente para sem motivo aparente e não dá sinal de vida. Não tem pra onde correr, a solução? Esperar amanhecer, para levá-lo ao “médico”, e para ouvir desse mesmo médico que o analisou tantas vezes, que agora o problema está em outro lugar. Eu me esqueci de quantos lugares ele já deu problema.

Ok. Dêem um desconto, ele é velhinho. Um carro é como um cachorro, 20 anos é muito tempo de vida. Os dentes já não aguentam mastigar, as patas já não correm como antigamente, a cabeça não pensa tão rápido como costumava, e não acompanha o corpo com a mesma agilidade, os olhos já não enxergam tão bem e todas as doenças começam a aparecer. Mas, como todo dono de cachorro, existem aqueles que são apaixonados por seus “bebês” e fazem de tudo para evitar a morte trágica e precoce. Parece dramático, mas é verdade. É por isso que recorremos ao Lata velha. Não o chamem de lata velha, ele é sentimental.

A gente acredita que ele ainda possa andar robusto e chique pelas ruas da capital. Mas para isso precisamos recorrer ao médico mais experiente da categoria. Quem sabe ele pode até descer a rua Augusta a 120 por hora (km/h).

E o mais bonito de toda essa história é a paixão entre a proprietária, vulgo minha mãe, e o tal cachorrão. É paixão de verdade. Ela não consegue se desfazer do tal “animal”. Eu, Ana Larissa Albuquerque, já tentei por várias vezes vendê-lo (até pelos mesmos três míseros mil reais), já fiz ela assinar uma procuração me dando total direito de fazer o que quiser com o carro, o Del Rey Ghia 1989. Mas me falta coragem, para tirar do seio familiar uma peça tão rara, quase uma relíquia. Por isso ele merece uma recauchutada. De repente, quem sabe, se ele passar pelas mãos dos profissionais/médicos do Lata Velha volte a ser aquele carrão de 1989 e tire o fôlego não só dos que andam nele, mas dos que o olham, o admiram.

Conto com vocês para devolver a paixão de viver ao Del Rey Ghia 1989.

Na verdade não me apresentei, não é mesmo?! Antes de terminar é preciso fazê-lo. Sou Ana Larissa Albuquerque Viana, tenho 27 anos, moro com a minha mãe, Rita de Cássia Albuquerque Viana, dona do Del Rey Ghia 1989. A paixão foi à primeira vista. E o carro nos acompanha desde 1990. Às vezes nos deixa na mão, mas quebra o galho em muitas horas. A família não quer trocá-lo por um carro zero, aquele mesmo sem graça e sem nenhuma história pra contar.

EU QUERO MESMO MANDAR PARA O PROGRAMA DO LUCIANO HUCK... hihihihihihihi

Sem mais... =)