O verão se aproxima. Para ser exata começa no dia 22 de dezembro. Um mês antes, todos correram para uma academia, para tentar recuperar o tempo perdido. A minha aula de hidroginástica, que costumava ter 14 pessoas, isso quando estava bem cheia, está com 24 aspirantes a gostosos e geração saúde. Se cabe na piscina? Pobre coitada da piscina, ela não tem culpa.
Outra coisa engraçada na preparação para o verão são os professores querendo angariar alunos para suas aulas. Eles não deixam de frisar que o verão está próximo que faltam apenas 20 dias. Parece feira: Olha o biquíni, olha a praia, olha as férias, vamos malhar, não faltem, tomate fresquinho, laranja docinha, o verão está aí, venham todos os dias, corpinho sarado para o verão, mulher bonita não paga, mas também não leva.
Rola de enlouquecer um pouco, e academia muito cheia me irrita.
Mas com toda essa movimentação parei para analisar algumas coisas. A maioria das novas matrículas foi feita por mulheres. Elas ocupam as esteiras, as bicicletas e as aulas de Jump, Sppining e por aí vão. O lema é eliminar os quilinhos que sobram. Aulas que acabam com as calorias adquiridas durante todo o ano. E do chocolate que elas, com certeza, comeram de sobremesa. “Ah! Agora estou malhando, eu posso, é só um brigadeirinho”.
Paro e penso. Por que tanta malhação? Tenho que ficar saradíssima? Na hora de responder, lembro: o marido da Madonna, ícone da música internacional, terminou com ela por causa da quantidade de músculos da velha de cinqüenta anos que se acha garotona. Ok! Não vamos julgar, ela deve ter seus motivos para malhar mais de quatro horas por dia. Mas agora está saradíssima, e abandonada. Não que nossas vidas devam girar em torno dos homens, mas eles são tão “queridos”, que merecem uma atenção.
A mulher é toda dura... Eu prefiro as mais gostosas, não as gordas (Eu tenho de preferir alguma coisa?! Mas se tivesse, escolheria as que tem menos bundão, coxão, pernão, peitão). Tem meninas lá na academia que de fato não são gostosas, são parrudas, mas todos os homens adoram. Credo. Parece despeito, deve ser um pouquinho disso, mas prefiro mesmo ficar com Miguel Paiva: “A carne da mulher tem que ceder ao toque, a visão tem que ser agradável e o tesão é cego”. Essa é a mais pura verdade que alguém poderia dizer.
Mulher sarada demais? Dura demais? Até parece, prefiro correr atrás do ônibus e perceber que preciso malhar um pouco mais, já que a bunda ainda balança. Mas nada mega absurdo. Eu prefiro ceder ao toque. Não vou entrar na campanha Viva a celulite, mas também me recuso a aderir qualquer tipo de campanha para eliminar de vez minhas humildes bordas de catupiry.
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